Serviços
O que muda quando a carga é ADR
Mercadorias perigosas não são carga normal com mais papelada. Mudam o motorista, mudam o veículo e muda o percurso.
Atalaia Transportes
Quando alguém nos liga a perguntar por transporte ADR, a primeira pergunta que fazemos não é para onde vai. É qual é o produto.
A classificação da mercadoria decide tudo o que vem a seguir, e é por isso que um pedido de orçamento para carga perigosa começa sempre pela ficha do produto. Sem ela, qualquer preço que déssemos seria um palpite — e um palpite que teria de ser corrigido mais tarde, quase sempre para cima.
Não é o mesmo camião com um autocolante
Há três coisas que mudam em relação a uma carga corrente.
- O motorista. Este trabalho exige formação específica. Não é carga que se entregue a quem estiver disponível no parque nessa manhã.
- O veículo. Vai identificado, com a sinalização própria colocada onde tem de estar, e com o equipamento que a operação obriga a levar a bordo.
- A documentação. Acompanha a carga do princípio ao fim e tem de estar coerente com o que vai lá dentro. Uma divergência entre o documento e a mercadoria é um problema na primeira fiscalização.
Porque é que isto agora está à frente no site
Durante anos este serviço esteve mencionado no nosso site apenas dentro de uma notícia, a meio da página. Quem procurava transporte de mercadorias perigosas não o encontrava — e quem procura este serviço procura-o pelo nome e desiste em segundos.
Foi um erro de comunicação com custo real. Passou a serviço de primeira linha, com página própria.
O que precisamos de si
Envie a ficha de dados de segurança do produto, o ponto de carga e o ponto de descarga, e a quantidade. Com isso conseguimos dizer-lhe que veículo faz o serviço, como é que a carga vai sinalizada e quanto custa — de uma vez, sem a conversa ter de andar para trás e para a frente.
